sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Universidade"

> Portal Terra Educação, 11/08/2011
Sem padronização, revalidar diploma do exterior é desafio no País



       Uma graduação no exterior costuma ser vista com bons olhos no Brasil, mas o diploma conquistado lá fora é apenas o início de um longo e caro processo a ser realizado por quem deseja retornar ao País e exercer a profissão. O primeiro passo é entrar com o pedido em uma faculdade pública para verificar se a carga horária e as cadeiras são condizentes com o que se pratica aqui. O procedimento é executado pelas universidades públicas brasileiras. O aluno que deseja entrar com a revalidação precisa atender a critérios básicos, como apresentar passaporte, diploma e documentos com as disciplinas cursadas na faculdade do exterior, além das notas e cargas horárias.
           A solicitação é analisada por uma comissão formada por professores do curso procurado pelo interessado. Depois da apreciação, os docentes verificam se o profissional precisará ou não prestar uma prova ou ainda realizar uma complementação de estudos. Cada universidade tem um método diferente e todos costumam ser bastante burocráticos. Mas há determinações regulamentadas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CSE/CNE) que precisam ser observadas, como o prazo de seis meses para a definição sobre a necessidade ou não da complementação dos estudos. Segundo Paulo Barone, integrante da CSE/CNE, a autonomia das faculdades em realizar o procedimento é um dos grandes problemas para quem quer a revalidação. "O ideal é que o poder público se mobilize para padronizá-las", opina. 

          Medidas nesse sentido já são feitas na análise dos currículos de Medicina. Agora os diplomados no exterior terão que realizar uma prova de nível nacional com conhecimentos da área. O resultado será levado em conta pelos conselhos para darem o veredicto sobre a revalidação. Entre as opções que ainda estão em discussão, está a possibilidade de facilitar o processo de quem estudou no exterior com de bolsas concedidas pelo governo brasileiro. "Por essas instituições e seus cursos já terem sido certificados pelo governo brasileiro, ficaria mais fácil analisar os casos dos bolsistas", analisa Barone. Assessoramento ajuda a enfrentar burocracia e pode agilizar processo - Damião Alves Coimbra, 35 anos, se formou em Medicina na universidade Del Valle, na Bolívia, no ano de 2006. Logo que concluiu a graduação, retornou ao Brasil. Porém, não podia exercer a profissão antes de revalidar seu diploma. Então, em 2009, entrou com o pedido em duas faculdades federais: a de Santa Catarina e a de Alagoas, decisão comum entre quem quer aumentar suas chances de revalidação do diploma.
          Após alguns meses, foi chamado na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para fazer uma prova específica de Medicina, pela qual, devido ao número reduzido de vagas na universidade, apenas os 20 primeiros colocados seriam aceitos para fazer a complementação dos estudos. Coimbra passou em 16° lugar e permaneceu mais um ano estudando na graduação para, no final de 2010, conseguir seu diploma no Brasil. Ele relata que todo o processo demorou cerca de um ano e meio, e custou aproximadamente R$ 2,5 mil. Coimbra comenta o quanto foi frustrante durante o processo a impossibilidade de exercer a profissão na qual já havia se formado. "Todo esse tempo que você está esperando a análise das faculdades é muito estressante. O que eu aconselho é estudar o máximo para o exame, para passar na primeira oportunidade", relata. O médico ainda recomenda procurar um assessoramento, seja de alguma empresa especializada ou de um advogado, como foi seu caso. "Esse tipo de ajuda é essencial, pois vai te auxiliar a evitar gastos. Além da pessoa poder te indicar em quais universidades a revalidação é melhor, também pode ajudar a ver em quais universidades as cadeiras e a carga horária são mais compatíveis", afirma. 

           Segundo a assessora jurídica Mirtys Fabiany Azevedo Pereira, os profissionais que mais procuram esse assessoramento são das áreas de Medicina, Odontologia e Enfermagem. Ela relata que é comum ocorrerem problemas no processo e que, nesses casos, a empresa especializada ou o advogado contratado pelo candidato à revalidação entram com uma ação judicial. "Podemos ter situações de cobrança abusiva de taxa, que pode variar de R$ 7,5 mil a R$ 180. Ou inobservância do prazo de seis meses a partir do pedido. E também das universidades se negarem a ofertar ao revalidando a possibilidade de complementação de estudos, após reprovação nas avaliações aplicada, um direito do solicitante", afirma. Outro drama enfrentado por quem se forma no exterior é a demora no processo. Mirthys relata que, na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), referência no processo revalidatório, o candidato que passa na prova aplicada consegue com que todo o procedimento ocorra dentro de um ano. Ela salienta que, se ele for reprovado na prova ou dependendo da instituição, esse período pode variar de 18 meses a dois anos, incluindo a complementação de currículo. "Já tive casos de pessoas que vieram nos pedir ajuda, pois já estavam no processo havia cerca de anos", recorda.

"PNE 2011-2020"


Deputados e estudantes defendem 10% do PIB para a educação

Publicado: 12/08/2011 por Blog da UBES em UBES
Apesar da proposta do governo, a UBES acredita que esse é o momento: EDUCAÇÃO TEM QUE SER 10!
Deputados, estudantes e especialistas defenderam nesta semana a aplicação de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação no País. Hoje, são investidos na área o equivalente a cerca de 5% do PIB. Um projeto do governo que tramita na Câmara (Plano Nacional de Educação – PL 8035/10) prevê o aumento dessas verbas para 7% até 2020.
           Deputados que defenderam a aprovação de 10% do PIB para investimentos na educação afirmam que desta maneira o desenvolvimento do país será impulsionado, como diz a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ): “Garantir 10% em um país continental como o nosso, em que 10% dos jovens acima de 15 anos ainda são analfabetos, é o mínimo”, segundo ela a atual proposta do governo é insuficiente.
            A defesa dos 10% foi feita durante debate sobre o tema promovido pela Comissão de Direitos Humanos e pela União Nacional dos Estudantes (UNE). No encontro, a nova diretoria da UNE tomou posse. O novo presidente da entidade, Daniel Iliescu, defendeu a ampliação. “Esse é o tipo de investimento mais eficaz para democratizar o País e construir uma nação realmente a serviço de sua população”, afirmou.
         O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, reafirmou a posição do governo de aumentar de 5% para 7% do PIB as verbas investidas na área. Segundo Carvalho, o governo tem clareza da importância e necessidades da educação, mas que no momento é preciso extremo cuidado com toda a questão fiscal e prudência para “não assumir compromissos que talvez não possamos cumprir”.
          A proposta do Plano Nacional de Educação (PNE) está em análise por uma comissão especial da Câmara e já recebeu quase três mil emendas. O relator da proposta, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), deverá apresentar um substitutivo ao texto no próximo mês de setembro. Segundo o presidente do colegiado, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), a proposta deverá ser votada até o final deste ano. Após essa etapa, o texto seguirá para o Plenário.
          O “momento certo” está chegando, e se você também aposta que a EDUCAÇÃO TEM QUE SER 10 marque presença no 13º CONEG da UBES em Brasília, junto com a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), União Nacional dos Estudantes (UNE), Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) e mais de mil estudantes dos ensinos fundamental, médio, técnico, profissionalizante e pré-vestibular defendendo essa mesma ideia.

"ENEM"

> Folha de São Paulo, 11/08/2011 - São Paulo SP
Aluno poderá ler sua prova corrigida do Enem
Acordo firmado vale já para o próximo ano
JOÃO CARLOS MAGALHÃES DE BRASÍLIA



          O MEC (Ministério da Educação) e o Ministério Público Federal firmaram anteontem um acordo que dará aos candidatos do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) acesso a suas provas corrigidas, a partir de 2012. As chamadas "vistas de provas" não são permitidas no Enem. Segundo o acordo, os alunos continuarão sem poder apresentar recursos às correções das redações. Hoje, o que existe é o recurso de ofício. Segundo esse mecanismo, quando os dois primeiros corretores da redação chegam a uma nota muito discrepante sobre o mesmo texto, um terceiro é chamado a opinar.
          O acordo, previsto para durar até 2016, não detalha como será o acesso. Questionado, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) não informou quantos alunos pediram para ver suas provas corrigidas no ano passado. O "Diário Oficial" de ontem traz a informação de que o MEC contratou, por R$ 372,4 milhões, por dispensa de licitação a Fundação Universidade de Brasília para realizar "duas ou mais edições a cada 12 meses" do Enem. A prova deste ano ocorre em 22 e 23 de outubro.

"ENEM"

> Correio Braziliense, 10/08/2011 - Brasília DF
MEC vai pagar R$ 372 milhões pela aplicação de próximas edições do Enem
Agência Brasil



        As edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos próximos 12 meses vão custar cerca de R$ 372 milhões ao Ministério da Educação. O valor será repassado pelo Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep) ao consórcio responsável pela realização da prova, formado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe-UnB) e a Fundação Cesgranrio. O valor é considerado um “teto estimado” e deve custear a realização de pelo menos duas edições do Enem nos próximos 12 meses: a próxima, marcada para os dias 22 e 23 de outubro e a do primeiro semestre de 2012, prevista para os dias 28 e 29 de abril. O consócio foi contratado com dispensa de licitação. Na última edição do Enem, em 2010, o Inep pagou R$128,5 milhões pela aplicação e correção das provas ao mesmo consórcio.
          O contrato prevê a prestação de serviços como aplicação do exame, contratação e treinamento de fiscais e correção das redações. O valor não inclui a impressão das provas, que será feita pela gráfica RR Donelley, a mesma que imprimiu os testes na última edição, nem a operação de logística e a distribuição, coordenada pelos Correios.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

"UBES-DF"


A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, entidade representativa de todos os estudantes de nível fundamental, médio e técnico está diretamente ligada as grandes conquistas e lutas do povo brasileiro, como o petróleo é nosso, a luta contra a ditadura militar, Diretas Já, o Fora Collor e,recentemente, em especial no Distrito Federal, travou uma grande batalha por mais verbas para a educação com a campanha dos 10% do PIB e 50% do fundo social do pré-sal para a educação.
Nos primeiros 6 meses de gestão da UBES-DF, houve uma grande avanço no movimento estudantil no DF, comparada com a situação que se encontrava no ano passado, que apesar de várias conquistas do movimento estudantil (Passe Livre e Fora Arruda), estava mal organizado e com apenas 6 grêmios constituídos.
Tivemos grande êxito na passeata Nacional da Jornada de Lutas da UBES, depois estivemos presentes em espaços antes não frequentados pelo movimento estudantil, como: Audiências públicas, formulação de leis (Gestão Democrática das Escolas Públicas DF), etc.
A nossa presença nesses espaços de discussões possibilita uma melhor organização do movimento e a sonharmos com a refundação da nossa entidade estadual, perdida em 1996, tomada hoje por um grupo de empresários que não representam os estudantes e não estão na luta pelos nossos direitos, preocupados apenas com a venda de carteirinhas (UMESB).


Atos com mais de 300 estudantes da UBES-DF:

Participação no 1º Encontro Nacional de Grêmios e passeata no RJ;
Debate do PNE e do grêmio na ETB;
Marcha dos 10 mil, reivindicação de 10% do PIB, 50% do Fundo Social do Pré-Sal para educação e aprovação do PNE(Plano Nacional de Educação 2011-20);
Seminário Nacional da UBES sobre o Plano Nacional de Educação;
Greve total no Elefante Branco;
Marcha da Paz nas Escolas;
Audiências Públicas (Gestão Democrática nas escolas públicas do DF, Educação tem que ser 10, Universidade Distrital, Passe livre estudantil, 50 anos do Elefante Branco e CEMAB, Escolas Técnicas do DF);
Formulação da Lei da Gestão Democrática das Escolas e participação nas plenárias do Gama, Planaltina, Sobradinho e a principal no Centro de Convenções;
Debate sobre violência nas escolas públicas (Câmara Legislativa e Cil Plano Piloto);
Passeata no Gama para a cobertura de quadras e contra cortes do governo federal na educação ,  greve no CG e CEM 02;
Blitz no Congresso Nacional (Educação tem que ser 10);
Congresso da UNE dos dias 13 a 17 de julho em Goiânia e passeata Educação tem que ser 10 com 5 mil estudantes (20 Secundaristas da UBES-DF participaram).
Número: 24 atos

Outros Atos:

Contra a Vinda do Obama ao Brasil e as bases militares na Colômbia;
Fora Bolsonaro e todo pré-conceito(Câmara Federal);
1º Reunião de Grêmios do DF;
Debate sobre mulheres com a Secretaria de Estado de Mulheres Olgamir;
Lançamento da conferência Distrital e Nacional de Juventude;
Convenção de Solidariedade a Cuba;
Contra a não liberação de estudantes aprovados no 2ª vestibular da UnB;

Número: 8 atos
Total: 32

Próximos 6 meses:

Votação do PNE no Congresso Nacional;
Votação da Lei da Gestão Democrática das Escolas na Câmara Legislativa DF;
Mega passeata com 20 mil estudantes na esplanada dos ministérios no dia 31 de agosto;
Encontro Nacional de mulheres da UBES dia 1 setembro em Brasília;
CONEG da UBES dias 1, 2, 3 e 4 setembro em Brasília(Conselho Nacional de Entidades Gerais, que escolhe a plataforma eleitoral para o Congresso);
CONUBES(Congresso da UBES, que escolhera a nova direção da UBES, inclusive a do DF e nova plataforma de lutas);
Conferência de Educação e de mulheres do DF;
Conferência da Juventude(Distrital e Nacional);
Atividades Culturais nas escolas;

           Cerca de 100 mil  pessoas conheceram a UBES esse semestre. Isso se deve a grande participação dos grêmios e estudantes do DF, que se dedicaram a lutar por uma educação melhor. A UBES-DF agradece a todos que fizeram parte dessa primeira etapa de lutas e espera contar com todos(as), nesse segundo semestre que promete ser o semestre da década pela sua importância.

"Vestibular UnB"

17 Alunos do CEMEB Aprovados no 2º Vestibular 2011 da UNB.

     Depois da publicação do resultado do 2º vestibular  de 2011 os alunos procuram meios para conseguir o diploma do ensino médio a tempo para efetuar  a matrícula na UNB,porém,os mesmos tiveram que enfrentar uma dura luta judicial para conseguir um mandado judicial para o conselho de classe do Elefante Branco aplicar uma avaliação para os mesmos  terem em mãos o seu certificado de conclusão. Não foi fácil pois o conselho se reuniu para emitir os certificados apenas  na sexta feira 22 de Julho(prazo que diversos alunos teriam para se inscreverem).
      A luta para conseguir o mandado de segurança e o certificado não foi fácil,pois o conselho de educação do DF  fez uma norma em Dezembro de 2010,exigindo que os alunos que cursassem o 3º ano do Ensino Médio tivessem ao menos 75% de presença de todo o ano letivo para ingressar no ensino superior,como o vestibular ocorreu em Junho isso não seria possível. O mesmo Conselho mandou uma nota para todas as escolas enfatizando e impondo aos diretores e professores que não emitissem o certificado para os alunos aprovados em vestibulares. Os Alunos procuraram o mais rápido possível a defensoria pública em busca da citação judicial para os conselhos de classe dos respectivos colégios liberarem os diplomas,assim como a Defensoria da União para poder conseguir o mandado de segurança(documento que prolonga a data de inscrição do aluno),em efeito desses atos alguns alunos tiverem seus pedidos negados pois eram juízes diferentes que julgavam as causas,assim como na união que exigia que a família do aluno tivesse no máximo uma renda de 6 salários mínimos. Outra saída seria procurar o CETEB colégio que emite um certificado do E.M com uma "prova" comprada por nada mais nada menos do que 2.500 reais,em efeito disso poucos alunos de ensino público procuraram este colégio,em sua maioria muitos que não poderiam pagar,e por outra parte os que não queriam, optando pela iniciativa judicial. Depois desses tais episódios os alunos do Elefante Branco  que tiveram seus pedidos negados ou não procuram um advogado contratado pela presidente do grêmio Patrícia,o mesmo não cobrou taxa dos demais alunos entrando com uma ação contra o CEMEB com o  intuito do mesmo emitir o certificado do E.M e ao mesmo tempo em busca do mandado de Segurança.Entre os Alunos que conseguiram ganhar a causa da justiça e os que não conseguiram o certificado foi emitido pelo Conselho De Classe do Cemeb depois de muito diálogo  e protesto com advogados/alunos/professores.
    Sendo assim os Alunos que já estavam com suas declarações de conclusão do E.M em mãos procuraram a  UNB para efetivar a matrícula na segunda feira 25 de Julho.O processo para a matrícula não foi muito satisfatório pois a UNB  não aceitou a matrícula de todos os 17 aprovados,os aluno em que o dia da inscrição era  sexta feira dia 22 como o caso dos aluno Túlio que foi aprovado em Agronomia e Wesley que foi aprovado em Biblioteconômia,porém a  aluna Ingreth que foi aprovada em Serviço Social quando foi efetivar sua matrícula foi exigido da mesma a citação judicial que foi concedida para o colégio aprova-la no ensino médio,sendo que sua matrícula era no próprio dia 25.Infelizmente  o alunoVinicius aprovado em geografia não conseguiu efetivar sua matrícula pois o seu pedido foi negado pelo juiz,é revoltante pois tantos alunos como ele foram aprovados no vestibular e não conseguiram sua matrícula.
     Depois desses tantos episódios e da luta árdua dos alunos para poderem ingressar em uma Universidade Pública de qualidade fica a revolta contra o Sistema de Educação do Distrito Federal,Secretaria de Educação,Conselho de Educação,pois,os mesmos não praticam uma política a favor do ensino público do DF e de seus estudantes,privilegiando empresários e donos de colégios particulares,como foi o caso da criação dessa norma.Muitos Estudantes não conseguiram efetivar sua matrícula na UNB, destruindo assim sonhos de jovens e de seus familiares pois não conseguiram ganhar a causa na justiça.Tal norma criada pelo conselho de Educação do Df não pode ferir a lei de Diretrizes e Bases da educação,que permite que o aluno avance de série com o aval de seus professores.
  Se o Aluno é aprovado em um dos mais difíceis vestibulares do país significa que ele tem sim pré-requisitos para cursar o Ensino Superior Público mesmo que esteja cursando o 3º Ano.
   Agradecimento Especial aos professores (em sua maioria) que desde o começo foram a favor de dos alunos aprovados para o ingresso na UNB,e também aos pais dos alunos  que lutaram durante toda uma semana buscando diversas formas para que seus filhos pudessem ingressar na Universidade de Brasília. Esperamos que essa tal norma que impede os alunos seja barrada,e que os próprios alunos exijam e busquem recursos judiciais ou em seus próprios colégios,querermos mostrar que a UNB tem que ser ocupada pelos Estudantes de Escolas públicas,pois os mesmos conseguem a aprovação nos vestibulares  mesmo diante do ensino precário e decante em que se encontra o Distrito Federal.
   Lista Dos 17 alunos Aprovados:
Raquel Sampaio(Pedagogia), Gabriela ( procaremos saber o curso) , Joana (Letras) , Wanessa Oliveira (Letras), Thialei (Engenharia), João Carlos (Letras),Camila (Letras), Ingreth Da Silva A (Serviço Social), Wesley De França (Biblioteconomia) , Patrícia de Matos (Pedagogia), Felipe Andrade (Letras) , Vinicius Naru (Geografia), Sarah (Letras) Lucas Engenheiro (Engenharia) Túlio(Agronomia), Ariane (Serviço Social) e a Wellismara (Arquivologia). 


 Créditos fotos: Sarah Santana
Reportagem Record Brasília:http://recordbrasilia.com/signet/site/videos/visualizar/1433

"CONEG da UBES"

UBES faz 63 anos e prepara grande CONEG


Seg, 25/07/11 14h32
Entidade representante dos secundaristas faz aniversário em momento de grandes mobilizações.
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) completa neste 25 de julho 63 anos. Em sua trajetória, muitas lutas em prol da juventude e do Brasil, incluindo a participação nas manifestações contra a ditadura militar, nas Diretas e no Fora Collor e, mais recentemente, contra a mercantilização da Educação. Nesse aniversário, a UBES se prepara para outras grandes mobilizações nos próximos meses.
No fim de agosto, mais especificamente no dia 31, a entidade se junta à UNE para promover mais uma Jornada de Lutas que irá levantar a bandeira dos 10% do PIB e dos 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a Educação. Para a data, os estudantes prometem uma grande passeata em Brasília, servindo também como marco de abertura para o 13º Conselho Nacional de Entidades Gerais da UBES, com duração até o dia 03 de setembro. No contexto do CONEG estará ainda o Encontro de Mulheres, no dia 01 de setembro.
Histórico - A UBES está enraizada na sociedade brasileira e presente nas principais discussões em curso no país. Representando os alunos dos Ensinos Fundamental, Médio, Técnico, Profissionalizante e Pré-Vestibular de Brasil ela reúne em torno de si todos os grêmios das escolas públicas e particulares, além das entidades estaduais e municipais secundaristas.
Desde 1948, a UBES defende a juventude, a educação e uma nação livre e soberana, ao lado dos principais movimentos sociais. As lutas dos secundaristas de hoje são pelo Passe Estudantil (Meio Passe ou Passe Livre) no transporte público municipal e intermunicipal para os estudantes, o combate à evasão escolar e pela obrigatoriedade do ensino da Sociologia e Filosofia no Ensino Médio. A UBES também defende a reserva de vagas para estudantes da rede pública nas universidades e a aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb.
A instituição participa do Conselho Nacional de Juventude e da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), ao lado da UNE, MST, CUT movimentos de moradia, pastorais e diversos sindicatos. Sempre a favor da juventude e da cultura, os secundaristas continuam rebeldes, com causa e personalidade para transformar o Brasil.